Jardim Lutzenberger
Jardim Lutzenberger
Estabelecido no terraço do 5º andar da Casa de Cultura Mário Quintana - CCMQ em Porto Alegre, teve a sua pedra fundamental estabelecida ainda em 2002, por iniciativa de Elisabeth Renck e Mary Mezzari na gestão de Júlio Conte.
O Jardim foi aprimorado a partir de 2003 com apoio da instituição austríaca Sunnseitn Institut e sujeito a sucessivas empreitadas, incluindo aporte de recursos via lei de Incentivo – LIC por parte da empresa de medicamentos Multilab e depois com apoio da Braskem de março de 2009 até o final de 2019. Em 2020 o espaço passou a ser adotado pela empresa Stihl.
Até 2025 contou com mobiliário feito de sacolas sintéticas recicladas e desenhado pelo renomado artista plástico, Mauro Fuke. Em 2026, o Jardim passou por uma grande reforma para impermeabilização do piso e o mobiliário necessitou ser retirado. Por ser muito pesado, essa movimentação demandou a sua destruição e descarte.
Com supervisão nos arranjos florais por Paulo Backes, o Jardim Lutzenberger está em contínua evolução. Desde sua concepção, aproveita elementos do outrora Hotel Majestic, que ocupou o prédio da CCMQ, e celebra a riqueza da natureza e sua contribuição em qualquer ambiente.
Combina texturas, tamanhos e cores das plantas, realçando o prazer estético contemplativo e a biodiversidade do jardim. Destacam-se exemplares de plantas aquáticas típicas de banhados ou beiradas; espécies evolutivas ancestrais como o Ginkgo biloba e Cicas sp.; frutíferas como pitangueiras e figueiras; diversas cactáceas, que eram uma das paixões de Lutzenberger; bromélias; trepadeiras; orquídeas, PANCS como a zebrina e o alho selvagem; agrícolas como café e algodão; temperos como canela e louro.